terça-feira, 19 de junho de 2018

Convite para você, Leitor do Nada de Compras.

Voltei a escrever, agora estou postando no meu novo Blog Blue Butterfly.



É um novo espaço para marcar um novo tempo em minha vida.

O Nada de Compras foi importante, cumpriu o seu papel e agora é momento de construir algo novo.

Como você me acompanhou por esses últimos 5 anos, eu te convido para seguir comigo, lendo meus textos e para se inscrever no novo blog para receber as atualizações. O endereço é o seguinte: http://bluebutterfly2018.blogspot.com/

Continuo com a página no facebook http://m.facebook.com/nadadecompras

Abraços!

Andreia Rodrigues

terça-feira, 27 de março de 2018

Novo blog - Blue Butterfly



Para dar vazão aos meus pensamentos, agora escrevo no blog Blue Butterfly. Ali, escreverei de forma livre sobre diversos temas.

Sendo assim, te convido a navegar comigo nesse novo espaço que eu criei para nós. 

Até logo!

Andreia Rodrigues



domingo, 18 de março de 2018

Ando devagar. Despedida.

Pois é, o ritmo por aqui é de calma e tranquilidade. Andando devagar para apreciar a paisagem.



Estou prestes a tomar decisões importantes na minha vida. Falo de várias questões muito pessoais que envolvem meu bem estar, sabe? Depois de pensar muito e ponderar, eu cheguei à conclusão que o blog Nada de Compras cumpriu o seu papel.

O blog foi meu companheiro e meio de expressão num período importante da minha vida. Eu registrei, aqui, a minha história em busca de mudanças de hábito, do aprendizado sobre desapego, autocontrole e organização. Alcancei meu primeiro ano sem compras, que resultou em crescimento pessoal, que por sua vez se transformou numa jornada profunda de autoconhecimento por meio da psicanálise.

Sinto que está na hora de me despedir de vocês que me acompanharam nessa trajetória. Agradeço pelas leituras, trocas de ideias e carinho ao longo desses exatos 5 (cinco) anos. Busquei partilhar minhas vivências para inspirar novos minimalistas e por meio dos comentários que eu recebi, eu extraí inspiração para escrever. Gratidão a todos!

Encerro aqui este ciclo da minha vida e sigo em frente.


Um grande abraço, com desejos de uma vida plena!

Andreia Rodrigues

sábado, 27 de janeiro de 2018

Intenções para 2018

Andei pensando sobre as minhas intenções para o ano de 2018.! Refletir muito nas minhas férias. Este ano, eu gostaria de fazer de uma outra forma, diferente dos anos anteriores.

Não vou fazer listas enormes e nem vou me comprometer a realizar uma determinada quantidade de coisas. Quero algum rumo mas com flexibilidade para que a vida possa fluir lindamente.






Admito que eu gosto de fazer planos. Gosto de pensar no que gostaria de fazer no meu tempo livre.

Este ano pretendo retomar atividades que eu parei no ano passado. Quero voltar para as aulas de dança e para as rodas de danças circulares, ainda não sei como vou fazer na prática do meu cotidiano. Eu vou encontrar um jeito. Estou começando a ler timidamente. Tenho três livros na espera. Quero ver filmes e entrar no mundo das séries.

Quero viajar mais, principalmente, nos arredores da minha cidade. Aproveitar o final de semana, com um banho na cachoeira ou uma caminhada na natureza; um passeio no museu, um show ou caminhada na feira ou no parque. A ideia é "sair de casa"! Pegar sol quando o sol aparecer! :)

Comer algo diferente vez por outra. Pesquisar novas receitas e ir atrás de ingredientes. Cozinhar apreciando um vinho e batendo papo.

Não vou me deixar levar pelo stress e o cansaço da vida diária. Prometo para mim mesma que vou encontrar uma maneira de lidar com as responsabilidades do cotidiano de uma forma leve!

E você, o que pretende realizar em 2018? É mais uma chance de se desenvolver.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Destralhe nível avançado! E nova etapa de vida.

Ultimamente ando num clima de mudança de casa e de vida. Não da minha casa, mas de pessoas próximas e eu me envolvi nesse movimento.




Acontece que, após a conclusão de ciclos e pelas circunstâncias da vida, participei da desconstrução de duas casas. Muitos objetos foram doados, alguns permaneceram nos lugares e outros, como roupas, calçados, livros, fotos, eletrodomésticos portáteis, utensílios de cozinha e de limpeza, foram trazidos para minha casa. Uns estão na cozinha, outros no guarda-roupas, nas gavetas e na garagem. Tudo para que eu pudesse pensar mais um pouco e decidir o destino que eu daria a cada um, dentro do que fosse da minha responsabilidade.

Fizemos uma boa movimentação em casa e a maioria dos objetos estão devidamente separados. Tem algo para ser visto, digamos que estou na etapa final. Busquei dentro de mim alguma coragem, poder de análise, desprendimento e organização. Os moradores dessas duas casas seguiram outros rumos na vida.

Já que eu estava trabalhando nesse destralhe, aproveitei e fiz uma limpeza no meu armário também. Revi minhas roupas, calçados, lenços, bolsas, acessórios, maquiagens, cosméticos e produtos para cabelos. Revisitei, também, objetos muito pessoais que trouxeram lembranças e emoções. Eu me desfiz de muito do que estava por ali, depois de pensar muito a respeito, numa intenção de me despedir, deixar ir o que era preciso e abrir espaços para o novo. Escolhi para ficar comigo apenas alguns objetos importantes e criei três caixas do coração.

Ao longo do processo, entrei em contato com emoções, vivi todas elas, senti e busquei me encontrar a partir desse movimento. Encontrei muitas coisas, muitas mesmo. Algo que não gostava, outras que não usava e aquelas que não faziam mais sentido para mim. Encontrei presentes perdidos, aos quais dei novo significado. Encontrei do que gosto, do que dizem muito sobre quem sou e do que trouxeram lembranças de épocas importantes da minha vida. Alguns eu guardei, outros eu, também, deixei ir. Porque chega o momento de desapegar no sentido mais amplo da palavra.

Percebi que essa dinâmica acontece constantemente e parece estar ligada com o momento de vida, sabe?!  É verdadeiro, orgânico. É a vida acontecendo e você vivendo intensamente, presente a todo momento. Acredito que essa fase de desorganização interna e retomada do fio condutor, já está resultando em algo novo. Estou me reconstruindo, entende? Construindo uma nova etapa da minha vida. Reconstruindo uma nova Andreia.

Seguem algumas fotos do meu trabalho. Eu utilizei parte da metodologia Marie Kondo de arrumação da casa. Não tirei fotos de tudo, mostro apenas uma parte, creio que o suficiente para que você possa ter uma ideia do que fiz! E quem sabe você possa se inspirar e organizar algo por aí!


Lenços, echarpes e cachecóis dobrados. Faziam muito volume e eu não
conseguia ver todos os lenços que estavam nas caixas.

Lindinhos em formato de rolinhos. Assim posso ver todos eles,
facilita a escolha e o uso dos meus "xodós"!

Batons com data de validade vencida.
Eu descartei todos.

Maquiagens com data de validade vencida.
Eu descartei todas.


Casacos organizados por cor e tipo.
E alguns vestidos que ficam melhor no cabide.


Vestidos, camisetas, saias e roupas de
academia.

Casacos de lã e fio organizados. Agora eu vejo todos!! 


Parte dos objetos separados para doação. Esta semana a ONG vem buscar em casa.
Tudo será destinado às famílias que vem buscar tratamentos de combate ao câncer
para suas crianças, em Curitiba.


sábado, 6 de janeiro de 2018

Estou pronta para 2018!

2018 começou e ainda estou pensando a respeito do que eu vivi em 2017. Fico, aqui, lembrando e revivendo os acontecimentos, tentando descobrir como será minha vida daqui para frente.



O Natal e a virada de 2016-2017 já foram diferentes do habitual mostrando como seria o próximo ano. Cheio de sustos, surpresas e a presença do desconhecido. Lidei com o medo da perda, da ausência e do abandono. Senti muito medo de ficar sozinha nesse Mundo. Afinal, éramos eu e ela!

Eu procurava dividir um pouco do que eu sentia com as pessoas próximas, era muito bom, sentia um alento e um alívio. Mas quando eu me deitava, depois de um dia longo, muitos pensamentos bailavam na minha mente. Ali, comigo mesma, eu entendia que eu precisava encontrar um lugar dentro de mim para lidar com tudo aquilo.

Em 2017 eu descobri muitas coisas sobre a vida, sobre mim e sobre as pessoas. Foi um ano sofrido e que eu encontrei uma fortaleza dentro de mim. Eu descobri que sou capaz de me superar, de ir além das minhas habilidades atuais, apesar do medo. Que sou capaz de tomar iniciativa e resolver situações difíceis. Que eu posso fazer o meu melhor, mas algumas vezes, alcançar um bom resultado final não depende de mim e que o bom é  relativo.

Descobri que eu tenho limitações. Tem muitas coisas que eu não posso fazer. Não posso evitar que uma pessoa querida adoeça repentinamente. Mas posso estar ao lado dela e oferecer amor, compreensão e companhia. Não posso evitar o seu sofrimento, mas posso ouvi-la, levar suas frutas favoritas e as castanhas de que gosta. Posso fazer companhia num passeio ou para comer o seu sanduíche predileto. 

Descobri que levei uma vida evitando conversar sobre assuntos difíceis e aprendi que quando se está disponível, as conversas acontecem e os nós se desatam. E que a disponibilidade precisa ser mútua, que é preciso coragem e abertura de coração para ouvir e falar com amor.

Descobri que o amor às vezes está disfarçado atrás de uma raiva. E que muito dessa raiva se dissolve quando entendemos que as pessoas são diferentes, e elas são o que são e não o que gostaríamos que elas fossem. E ao reconhecer isso, percebi o amor que eu sentia e que ele era muito maior que as diferenças ou defeitos que possam existir.

Descobri que é importante procurar desenvolver o amor próprio, que os pais, filhos e companheiros te amam, mas você precisa se amar primeiro e buscar preencher o seu coração, sua mente e seu corpo com o seu amor. Assim você torna os relacionamentos mais leves.

No início do texto, eu falei de um medo do desconhecido, não é? Pois então. Percebi que andei pelo desconhecido nesse último ano, e que na verdade, o desconhecido está presente na minha vida, na sua vida, nas nossas vidas. A vida é um desconhecido e eu já estou vivendo isso. A vida já está diferente e eu estou encontrando modos de seguir em frente.

Estou pronta para você, 2018! 


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Você é feliz?

Se partimos do princípio que todos os seres humanos querem ser felizes e que a felicidade é algo pessoal. Eu te pergunto, o que é a felicidade?




Certamente você vai me dizer o que é a felicidade para você, de acordo com os seus parâmetros. Assim, a felicidade poderá ser a sua família, o seu filho, a sua profissão, o seu casamento, a sua realização; talvez, uma viagem, uma boa casa, um carro ou uma conta bancária recheada. Enfim, será algo diferente para cada pessoa, não é mesmo?

Ao dizermos o que nos deixa felizes, talvez, estejamos confundindo o bem estar com a felicidade. Viver bem com sua família e seu companheiro, trabalhar com algo que você goste e que te dê um bom sustento, uma casa confortável, boas viagens e estabilidade financeira, tudo isso são situações de vida que te proporciona bem estar. Mas isso não é felicidade. Isso é bem estar. 

Estamos chamando de felicidade o bem estar provocado pelo consumo e pelo conforto. Aí que mora o perigo! Porque algo que eu consumi hoje, amanhã não terá o mesmo brilho. Daí, amanhã eu procuro outra coisa interessante para consumir. Essa lógica também se aplica aos relacionamentos. Se o meu relacionamento atual não está bom, descarto esse e eu busco um outro. Passamos a buscar algo novo constantemente, numa eterna insatisfação. E essa busca constante nos torna infelizes. Dessa forma, parece que a felicidade é algo transitório. Hoje eu a tenho, amanhã, ela me fugiu.

De acordo com o filósofo Aristóteles, a felicidade é a finalidade última da existência humana. Portanto é um estado que não muda. Eu não estou feliz. Eu sou feliz!

Mais uma vez, segundo o filósofo, confundimos os fins e os meios. A felicidade é um fim. Os meios são os recursos que utilizamos para chegar à felicidade. Às vezes colocamos a felicidade como meio para alcançar algo. Quando eu estiver feliz, viverei um bom relacionamento. E esquecemos que esses meios acabam. E a felicidade não.

Assim, eu te pergunto novamente, o que é a felicidade?

Aristóteles nos deixa uma dica.

"A felicidade são as coisas que não podemos perder". 

A felicidade como algo que vamos ter para sempre porque não depende de nada, não depende do outro, depende de nós.



Fonte: Vídeo Casa do Saber, disponível no Youtube. Fala do Prof. Dr. Luís Mauro Sá Martino.

Convite para você, Leitor do Nada de Compras.

Voltei a escrever, agora estou postando no meu novo Blog Blue Butterfly. É um novo espaço para marcar um novo tempo em minha vida. O...