sábado, 10 de agosto de 2013

Dia 143, 144 e 145 - 16, 17 e 18 Caminhando no minimalismo

Alguns dias sem postar, por isso tantos números no título da postagem. Nestes dias a vida me pediu dedicação e foco em outras áreas: trabalho, filhos e descanso. Ultimamente tenho postado à noite, depois do trabalho, depois da janta, num tempo de descanso antes de ir para cama. Gostaria de escrever mais rápido para ir deitar logo. Porém, tem dias que fico divagando, organizando o pensamento e desta forma o tempo para escrever fica em torno de 40 minutos ou mais. Coisa de quem gosta de filosofar, é perfeccionista, trabalha fazendo relatórios e que gosta que os relatos estejam bem redigidos para que o chefe não faça muitas correções! risos... Mas sabe como é, chefe sempre acha algo para corrigir!

Bem...continuando. Lendo o Leo Babauta, os blogues sobre minimalismo e também por experiência própria, aprendi que para minimizar o stress e aproveitar bem a vida é preciso priorizar! Com a dança também aprendi que é preciso ser flexível, e estar pronta para mudar o curso das coisas e da rotina algumas vezes. E que também é preciso fazer concessões quando uma área da vida pede mais atenção.

Estes dias eu estava lendo um post da Courtney Carver do blog Be more with less em que ela fala que o minimalismo é um caminho e não o destino. Fiquei refletindo, fazendo indagações e questionamentos sobre isso e cheguei à conclusão que para mim é isso mesmo!

Sabe quando Mahatma Gandhi fala que "Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho"?

Penso que com relação ao minimalismo posso dizer o mesmo. Não existe um caminho para o minimalismo. O minimalismo é o caminho.

Quando digo que o minimalismo é o caminho, fica bem claro que não há um lugar a chegar, não há uma data, nem um horário marcado e também não há uma passagem comprada. Percebe? É bacana ir caminhando devagar, apreciando a paisagem, parando onde dá vontade, outras vezes onde é preciso. E que mesmo com um trajeto inicial, muitas vezes é preciso rever os planos, mudar o roteiro e se adequar ao que a vida te pede, sem perder de vista as tuas verdadeiras motivações de vida, encarando talvez, a mudança como um atalho e que logo ali na frente, encontrará o caminho original.

Agora acabei de chegar de uma Tarde de Danças Circulares organizada por focalizadoras daqui de Curitiba. As danças reuniram mais de 50 pessoas numa sala linda do Convento São José, com direito a um lanche delicioso preparado com todo carinho pelas filhas de uma focalizadora. Na grande maioria éramos mulheres, muitas delas de cabelinhos brancos e que mostravam uma vivacidade incrível. Lindo de ver! Depois de um tempo afastada das danças, hoje tive certeza absoluta de que as danças fazem parte da minha vida e é um caminho do qual não posso me afastar tanto tempo, eu preciso de uma forma ou de outra encontrar um atalho para seguir caminhando e dançando!

Porque falo das danças, porque para mim "Não existe um caminho para a dança, a dança é o caminho!"

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