segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Dia 189 - As vitrines das lojas de sapatos são confusas

Semana passada, eu fiquei esperando a filha no shopping por cerca de 10 minutos, era o único lugar que me ocorreu esperá-la, já que era noite e fazia frio. Andei um pouco, olhei as vitrines, e sinceramente, achei as vitrines das lojas de sapatos confusas. Muita informação, muitas cores e tipos. Isso dificulta a escolha.
Acho que o objetivo é mostrar todas as opções para os clientes, uma vez que as pessoas são diferentes e tem gostos diferentes. Por outro lado, isso causa confusão e aumenta a chance do cliente levar algo inadequado e ficar insatisfeito depois.
Vejo que os vendedores são treinados para vender. Mesmo quando você experimenta algo estranho, alguns dizem que ficou lindo! Outras vezes, pedimos um sapato preto, o vendedor vai lá dentro no estoque, demora um monte e volta com várias caixas, dizendo que trouxe modelos parecidos com o que tinha pedido, porque quem sabe poderia gostar. O que você pediu não tinha né! Hum... armadilha para quem é indecisa ou está insegura. Acho que vendedores também entendem um pouco de psicologia. E quando eles percebem que você é do tipo impulsiva, ou que está em dúvida, e que por isso, talvez possa querer levar 2 ou 3 pares de uma só vez! Ai ai ai... é prejuízo para o nosso bolso e comissão garantida para eles!
Não tenho nada contra os vendedores, é o trabalho deles. A questão é que o processo da compra de um sapato pode ser algo complexo!  E também pode falar algo sobre você e como você age em outras situações da vida.
Bem, diante da vitrine, eu percebi que estou exigente. Tinha cerca de 80 opções de calçados ali, não gostei de nenhum e nem passou pela minha cabeça levar algum para casa. Confesso que achei a beleza de muitos deles meio duvidosa.

2 comentários:

  1. Olá Andreia!
    Eu acredito que quando olhamos para uma vitrine com tanto sapato e conseguimos ir para além dos truques de marketing e manter-nos em contacto connosco próprias é sinal que a mudança dentro de nós já começou! Lembro-me que as primeiras vezes que resisti a experimentar peças de roupa em lojas como a Zara, algo de muito poderoso estava a acontecer e desde então posso afirmar que deixei de ser consumista... e é tão bom sentir esta libertação!

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    1. Oi Sara! Entendo do que fala! É poderoso e transformador mesmo! Acho que é quando percebemos que podemos fazer boas escolhas por conta própria, sem influências externas! Obrigada e abraços

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