segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Dia 196 - A importância de dizer o que pensa

Dizer o que penso com sinceridade é algo natural para mim. O desafio na minha vida é encontrar a forma e a hora adequada para fazer isso. E também aprender a usar um filtro, para saber se posso ser sincera com a pessoa que está diante de mim. Volta e meia, vejo-me em situações chatas devido a minha sinceridade inesperada! Motivo pelo qual muitas vezes fico calada!

Confesso que não tenho aquele traquejo social, de ser agradável com todos, de ficar distribuindo sorrisos, beijinhos e agrados. Se gosto de alguém, gosto. Se não gosto, não gosto. E não consigo disfarçar as minhas preferências. Tá, para o bem da convivência social civilizada, eu trato as pessoas com educação. Se não tenho alternativa, faço o possível. Se posso escolher, prefiro desfrutar da companhia das pessoas que eu gosto e que gostam de mim. Sabe aquelas pessoas com as quais se tem assuntos e interesses em comum, que são parecidas com você no jeito de ser e pensar, que acrescentam, trocam e são amigas de verdade? Então, quem não prefere a companhia dessas pessoas, não é?

Tenho um tanto de conhecidos e poucos amigos. Acho que a amizade verdadeira genuína simplesmente acontece. Não há como apressá-la, é preciso dispor de tempo, interesse e convivência para deixá-la sólida e capaz de permanecer assim, apesar da distância. Isso não é utópico. Existe de verdade! Tenho 4 amigas assim. Sou grata por isso. Acho, também, e isso me entristece, que as relações sociais atuais são rápidas e superficiais.  Muitas relações só duram enquanto se está convivendo com as pessoas, como colegas de trabalho ou de outra atividade do dia a dia. São um acaso.

Diante de relações sociais fugazes, como se sentir seguro e à vontade para dizer o que pensa? E como ser sincero? Um vez que nestas relações relâmpagos se diz o que é conveniente para a situação e que vai ficar bonito socialmente, ou que vai garantir o seu emprego ou uma posição social. Sério, eu tenho muita dificuldade para lidar com isso! Eu não tenho paciência. A mim me parece, no mínimo falsidade. Por isso, muitas vezes escolho o silêncio, embora tenha minha opinião sobre o assunto. Estou buscando aprender um pouco sobre isso, porque cheguei à conclusão que é bom dizer o que pensa com calma  e quando for solicitado. Caminhando.

Ótima semana para você e abraços!

silêncio minimalismo nas relações
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