terça-feira, 22 de outubro de 2013

Dia 216, 217 e 218 - Seguindo os desejos do meu coração

Eu me afastei da minha rotina por 03 dias.

Deixei a faxina esperando, as roupas empilhadas, a caixinha de areia dos gatos suja, as plantas para aguar, o trabalho encima da mesa do escritório, o blog sem postagens novas e as pessoas da família vivendo suas próprias vidas.

Foram apenas 52 horas, subtraído 10 horas de estrada e 18 horas de sono, restaram 34 horas para desfrutar.

Um tempo deste tem sido raro na minha vida atual. Gosto tanto que as horas são contadas e cuidadas com todo carinho. Na ânsia de extrair o melhor.

Gosto e faço pouco. Porquê?

Não dá para justificar a falta de algo tão bom, apenas usando explicações superficiais, como a correria do dia a dia, o trabalho, a casa e etc. Todas aquelas desculpas esfarrapadas que se ouve por aí. E que muitas vezes, utiliza-se delas para despistar as verdadeiras razões porque não se faz algo.

Não sou dada a respostas superficiais, prefiro as razões verdadeiras. Muitas vezes eu me pegava pensando: "Poxa eu queria tanto ir lá. Mas eu não costumo viajar sozinha. Será que vai funcionar? Eu me perdia em minhas indagações e não saia do lugar.

Saí da minha zona de conforto. Fui viajar sozinha, ver a filha mais velha e foi muito bom! Neste tempo também fui a uma consulta médica importante. Por este motivo também foi bom.

No final, nem fiquei cansada porque eu dormir no ônibus. Eu me virei bem sozinha. Faltei a academia. Só almocei mais tarde quando eu cheguei em casa.

E ao chegar em casa, a faxina estava feita. Graças aos Deuses. No entanto, as roupas ainda estavam lá empilhadas, a caixinha de areia dos gatos suja, as plantas para aguar. O trabalho encima da mesa do escritório. O blog sem postagens novas e as pessoas da família vivendo suas próprias vidas.

Apenas na certeza de que segui os desejos do meu coração.

essencial minimalismo
imagem da internet

4 comentários:

  1. Tudo continuava no mesmo lugar né? Então, as vezes a gente preocupa com coisas que podem ser deixadas pra depois e perdemos a oportunidade de desfrutar de momentos que jamais voltarão!

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    1. Pois é, Bruna. Senti isso! Essas da casa, na verdade, sempre estarão lá, sempre haverá alguma coisa para fazer. E acho que o tempo gasto com tudo isso é precioso, ele não volta. E algumas vezes, as pessoas nem dão valor ao tempo que dedicamos a manutenção da organização da casa. Óbvio que casa organizada e limpinha é uma delícia, mas ficar com uma filha vale muito mais.

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  2. Exageramos na nossa preocupacao com a casa e o andamento das coisas nao e? Devemos mesmo procurar dar mais atencao as pessoas e aos momentos vividos perto daqueles que amamos. Isso tambem e um aprendizado, acho que isso e o que busacamos com o minimalismo. bjs

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    1. É verdade Yara. Acho que faz parte do aprendizado, quando busco identificar o que realmente importa. Bjs

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