quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Dia 310 - A Dança por Oriah Montain Dreamer

O curso de danças está chegando, mal posso esperar!

Estou bem feliz e ansiosa! 

No sábado eu vou para uma casa de retiros próximo à Curitiba e me dedicarei às danças circulares por uma semana. :) 

Trabalho até sexta-feira, então estou arrumando minhas coisas nos horários que dá. Estou empolgada!

Será um curso de formação com teoria e prática. E possibilidade de fazer um estágio após o curso.

Há cerca de 5 anos eu busco participar. Este ano finalmente fiz matrícula e estou esperando o dia. Eu acho que aconteceu porque eu o coloquei como prioridade. Porque estou disposta e quero muito isso.

A algum tempo atrás as focalizadoras (professoras) do curso indicaram a leitura do livro A Dança, Oriah Montain Dreamer. Encontrei na internet e baixei. Gostei muito e acho que rende boas reflexões.

Reprodução de um artigo que fala sobre a autora, no site da Editora Sextante
"A Dança surgiu como uma tentativa um pouco desesperada de encontrar a sabedoria de que necessitava para viver de acordo com suas vontades mais profundas.
_ Eu estava preparada para encarar a verdade sobre mim mesma, então mergulhei de cabeça, perguntando à medida que escrevia: "Por que sou tão raramente a pessoa que realmente quero ser?" Eu estava disposta a mudar, preparada para viver de modo diferente para diminuir a distância que me parecia abissal entre minhas intenções e minhas ações cotidianas."
indicação de livroReprodução de um trecho do livro e seus vários questionamentos sobre a vida: 
 "E se a questão não for por que é tão raro eu ser a pessoa que eu realmente quero ser, e, sim, por que é tão raro eu querer ser a pessoa que eu realmente sou?
 ... E se eu for realmente assim? E se a única coisa que eu preciso fazer for permitir o desabrochar do que sou essencialmente. E se tudo que eu preciso fazer é me tornar quem eu realmente sou? E se isso for o suficiente?"

4 comentários:

  1. Adorei a dica de leitura... você esta me inspirando a voltar aos reinos de dança do ventre!
    obrigada!
    que você tenha um excelente final de semana!
    Nicoli

    ResponderExcluir
  2. Oi Nicoli, bem... ainda danco a danca do ventre, também, te dou o maior apoio para voltar a dancar, eh linda, feminina, sensual e faz muito bem. Obrigada, e ótimo final de semana também

    ResponderExcluir
  3. Qrda Andreia: que bom teres conseguido reunir força suficiente para fazer este curso, Eu adoro dançar, mas porque fiz, na adolescência vários anos de ballet clássico com uma professora russa do Mariinsky-Kirov MESMO, fiquei completamente traumatizada. Eu adorava dançar, mas não ballet clássico da escola russa, com uma professora que usava um pequena chibata para nos «orientar»... spero mesmo que tenhas um finde em estado de graça. Conta-nos depois com foi. Bj.

    ResponderExcluir
  4. Querida Maria, descobri que a dança me faz perceber que tenho muita força dentro de mim sabe... e eu também fiz vários anos de ballet clássico, por sorte não fiz com uma professora russa, a minha era rígida mas não chegava a usar uma chibata (imagino a cena e realmente te entendo, eu não gostaria de feito aulas com uma professora assim!) enfim... acho que é bom deixar essas coisas no passado e olhar para a frente. Quem sabe você não se anima a voltar a dançar? Tem outros estilos tão mais soltos e democráticos por aí. No caso eu danço dança do ventre e agora a uns 2 anos faço danças circulares sagradas. As duas fazem muito bem para o corpo, para mente e para alma. A dança do ventre é um contato profundo com o nosso sagrado feminino... sem palavras... é uma maneira muito linda de fazer um resgate de si mesmo. As danças circulares sagradas tem contato consigo mesmo, com o outro e com diversas culturas, é um movimento lindo que acontece no mundo todo. Com certeza deve existir uma Roda de Danças Circulares perto de onde você mora. Obrigada pelo apoio. Vou contando sim o vivenciarei por lá. Um grande abraço e beijo

    ResponderExcluir

Você tem fome de quê?

Tempos atrás eu fiz uma reflexão bem interesse sobre a possível causa do consumo por impulso e sem motivo. Da reflexão nasceu o texto   O ac...