sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Dia 311 - A Psicologia Positiva traça um possível caminho para a Felicidade

Eu adoro Psicologia. Para mim é uma área fascinante. Comecei a curso psicologia na faculdade e depois tranquei. Independente disso sigo curiosa e lendo a respeito.  :)

Conversando dia desses com a filha, na volta para casa, falávamos como parece mais produtivo falar de forma positiva sobre as questões da vida. Ela trabalha com publicidade e compartilha do mesmo ponto de vista.

Ela me disse que procura usar esse princípio nos conteúdos que produz. E muitas vezes é  necessário explicar aos clientes da agência, que valorizar as características dos seus consumidores de forma positiva é mais produtivo, agradável e efetivo do que desvalorizar, e depois oferecer algo para eles comprem.

Nesse bate-papo, ela me explicou que há uma nova corrente de pensamento que diz que é interessante se comunicar de forma positiva. Assim, as mensagens são assimiladas e as pessoas se sentem satisfeitas.

Fui buscar informação sobre isso. Essa nova corrente de pensamento e ciência, chama-se Psicologia Positiva, surgiu na década de 90 nos Estados Unidos (Universidade de Harvard, Yale, Pennsylvania e Michigan). No Brasil é mais nova ainda.

A Psicologia Positiva realiza estudos científicos das potencialidades humanas e busca compreender melhor os caminhos que levariam os seres humanos à felicidade. Eles afirmam que vieram somar à Psicologia Tradicional. Enquanto a Psicologia Tradicional leva o paciente do ponto depressão para o ponto não-depressão. A Psicologia Positiva incentiva o paciente a redescobrir suas potencialidades e o leva do ponto não-depressão para a felicidade ou satisfação pessoal.

Eu li algumas reportagens sobre o tema e entendi que as "forças pessoais" foram estudadas a tempos atrás pelo filósofo Aristóteles. Essas forças pessoais são as virtudes ou características que as pessoas felizes possuem. Assim procurar desenvolver essas virtudes pode ser um caminho para felicidade.

Os estudiosos chegaram em 24 virtudes, uma delas é o Amor ao Conhecimento que é a valorização da aprendizagem e do conhecimento, ainda que não haja incentivos externos para isso. Lendo uma reportagem conheci a história de um motoboy que trabalhava em São Paulo. Ele disse que aproveitava o tempo gasto no trânsito para estudar as suas lições de inglês com fone de ouvido. Ele tinha aulas de inglês no sábado e no domingo. A motivação era interna e ele não se deixava abalar pelo caos do trânsito ou pelas condições de trabalho. Ele gostava de estudar, sentia satisfação e acreditava que o novo conhecimento poderia trazer novas possibilidades de vida.

Fontes de pesquisa:
http://www.ppc.sas.upenn.edu/ Positive Psychology Center, University of Pennsylvania
http://www.ted.com/talks/martin_seligman_on_the_state_of_psychology.html Martin Seligman, no TED
http://www.psicologiapositiva.com.br/ Instituto de Psicologia Positiva

felicidade
Crédito da Imagem wallpapersus.com

2 comentários:

  1. Qrda Andreia: como já te disse, fico mesmo muito contente como facto de teres decidido fazer este curso de dança. Vou procurar aqui em Lisboa algum sítio onde também eu possa viver a alegria que é dançar enquanto espressão de vida e de criatividade. Este fim de semana escrevo-te para o teu email a explicar a confusão dos nomes na minha resposta ao teu comentário ao meu último post. Bj grande e muitas danças felizes,

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  2. Super bacana! Adoro psicologia, é uma área muito intrigante, da qual sempre gostei muito. Acho sensacional essa ideia da psicologia positiva, de fazer o bem, olhar o lado positivo das coisas... Muito bom saber que as agencias de publicidade estão trabalhando nessa área tambem!

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