terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Aprendendo sobre simplicidade num mosteiro beneditino

Esse último final de semana, eu participei de um curso de danças circulares. Fiquei hospedada num Mosteiro Beneditino no interior de São Paulo.




Éramos um grupo grande, em sua maioria mulheres, que buscavam a experiência de estar consigo e com o outro por meio da dança.

No mosteiro vive um pequeno grupo de monjas enclausuradas. Que cuidam da estrutura do mosteiro e dos afazeres domésticos. Cada uma com funções e seus propósitos diante de Deus e da escolha de vida que fizeram.

Enquanto elas oravam várias vezes ao dia, nós dançávamos. Cada uma se aproximava do Divino a sua maneira.

As instalações eram simples. Quartos duplos com banheiro. Um refeitório. Um pátio arborizado. Um estacionamento. Boa comida caseira. Uma bela sala de dança, um grupo interessado e uma focalizadora inspiradora. Tínhamos o essencial. Do que mais precisávamos?

Eu percebi que a dança e o contato com as pessoas era o que, realmente, importava. O restante. Ah, o restante era acessório.



Crédito da imagem: http://www.andrenazareth.com/



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